quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Quando é a hora de desistir? Closer perto demais...


Difícil essa pergunta.

Quando a persistência passa de qualidade para virar um defeito (teimosia) ou até mesmo “burrice”?




Eu, por exemplo, não gosto de começar e não terminar nada. Só que às vezes é importante desistir no meio do caminho.

Olha só, esses dias eu aluguei um filme que ficou séculos em cartaz, que muitos intelectuais diziam ser ótimo, muito bom, blá, blá, blá.

Então disse, vamos ver então o que é que o filme tem de tão especial.

Bom, eu vi 0h30 (meia hora) de filme e parei. Que filme chato, no meu ponto de vista, ruim.

Só que fiquei 15(quinze) dias com ele aqui em casa porque me cobrava terminar de ver o filme e as diárias foram correndo, correndo e correndo e no final devolvi sem ver o filme.

O filme era Medos privados em lugares públicos.

O título é fantasticamente inteligente. Fantasticamente. Talvez o filme também, mas não tive paciência de ver. Achei chato, parado e talvez por achar o filme com um nome tão inteligente esperava mais do conteúdo, da história em si e das interpretações dos atores.

E relacionamentos? Esses dias uma grande amiga passou por uma decepção muito grande com um amor do passado (já terminou o namoro há um ano), porque terminou, mas não terminou sabe? Aquele ponto e vírgula que se dá em relações. Tem que ser ponto e você dá um ponto e vírgula.

Em suma, fiquei eu pensando. Poxa, se a pessoa tivesse colocado um basta na hora certa, ela não teria prolongado a situação, por conseqüência, o sofrimento e, por fim, não estaria passando por isso agora, de novo.

Outro exemplo é um profissional. Você dá todas as chances. Dá todas as oportunidades, toques, feedback, tudo mais e não cai a ficha da pessoa.

Por isso, volto à pergunta quando é a hora de parar? De desistir?

Quando eu descobrir eu volto e conto. (risos)

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

MULHERES DE VERDADE – Tina Turner - E você? O que precisa largar?

Olá,

Que essa mulher canta muito, isso não é novidade.

Porém, a história da vida dela, embora divulgada, ao ponto de virar filme, talvez possa ser novidade para alguns.

Novidade ou não, é algo que gostaria de contar aqui neste blog.

A cantora começou sua carreira aos 17 anos como backing vocal de uma banda e casou-se com o líder da banda (IKE TURNER). Em pouco tempo, Tina tornou-se a verdadeira estrela da banda.

Ike Turner (seu marido) tinha um comportamento agressivo que se agravou com o sucesso da Tina. Aliado a isso tudo, Ike partiu para o uso de drogas (cocaína e crack).

Cansada das agressões verbais e físicas, Tina larga o marido deixando tudo para trás. (dinheiro/fama/sucesso/seu nome artístico/diversos sucessos de sua autoria).

Tina saiu da sociedade (banda) e do casamento, apenas com a roupa do corpo e trinta e seis dólares no bolso.

Precisou ficar meses escondidas de IKE, na casa de amigos. Sua família não apoiou a separação.

Depois de anos, conseguiu se reerguer fazendo carreira solo. (fonte:Wikipédia)


Um pedacinho do filme que conta a história da TINA (lindinha essa cena – talento infantil):





Outra cena (triste e realista):






Uma letra de música que vale a pena (fala de quando largou IKE):

When The Heartache Is Over (Tradução)

Uma vez na vida você encontra
Alguém pra te mostrar o caminho
Alguém pra tomar suas decisões
E eu confiei cegamente em você

Você achou que estava enganando quem?
Você disse que estava sentindo minha falta
Na verdade eu sabia que voce tava mentindo
E o tempo todo você me usava.

Quando a dor acabar
Eu sei que não vou sentir sua falta
Eu não vou olhar pra trás
Porque eu sei que posso viver sem voce.

Agora é hora de seguir em frente
E deixar todo passado pra trás
Eu posso tomar minhas próprias decisões
Era só uma questão de tempo...

Às vezes tenho raiva de olhar para o passado
E de pensar em toda dor
Mas sei que estou mais forte... 


E AGORA O VÍDEO DESSE MÚSICA, DEMAIS. O RITMO TRADUZ ESPERANÇA...



Todos temos o que largar para seguir em frente. Pode ser:



o   um hábito;
o   um medo;
o   um emprego;
o   um relacionamento;
o   um amor;
o   uma crença;
o   uma mentira;
o   a ilusão;
o   um defeito;
o   a ingenuidade; e
o   tantas outras coisas.

E você? O que precisa largar?



Beijos e até o próximo...

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

ALIANÇAS

Olá, 

Vamos falar hoje sobre as diversas formas de alianças.

Para tanto, é importante buscar entender os diversos significados da palavra aliança, vejam:

o   Associação;
o   Pacto;
o   Coligação;
o   Laço;
o   Vínculo;
o   União;
o   Compromisso;
o   Selo de fidelidade;
o   Acordo selado; e
o   Outros.

Ah, e é claro, o significado mais clássico e conhecido: Símbolo do amor e união eterna de duas pessoas.
Notem que pelo amplo significado da palavra aliança, há a possibilidade de se ter e fazer diversas alianças, como por exemplo:

o   Aliança com nós mesmos;
o   Aliança com nossos familiares;
o   Aliança com nossos amigos;
o   Alianças profissionais;
o   Aliança com humanidade;
o   Aliança com o planeta;
o   Aliança com nosso amor (entenda-se uma pessoa);
o   Alianças políticas;
o   Aliança com nossos objetivos; e
o   Outras.

O ano está acabando e é uma ótima oportunidade para nos renovar.



Vamos renovar algumas de nossas alianças (pactos) e fazer novas.

A partir de hoje eu faço algumas novas alianças (pactos) comigo mesma.

E você? Quais são as suas alianças? Quais serão suas novas alianças? Quais serão renovadas?

É chegada a hora (mais do que nunca) de honrar nossas alianças sejam elas quais forem.

Escolhemos nossas alianças todos os dias, ainda que sejam as mesmas alianças. Da mesma forma que escolhemos não firmar tantas outras alianças.

Tudo é uma questão de escolha e somos responsáveis por elas.

Agora um vídeo que mostra uma aliança de amizade...




Beijos e até o próximo...

domingo, 5 de dezembro de 2010

Nossa cabeça, nossa própria sentença. Batida de carro.

Oi pessoal, 
Então, onde eu estava sexta eu conto amanhã. 
Agora gostaria de compartilhar algo com vocês, pois acho que serve para qualquer pessoa e qualquer situação.
A nossa mente é o que nos conduz, tanto aos sucessos como aos fracassos. Sem contar que a calma e o autocontrole também são importantes e fazem a maior diferença. 
Bom, tenho pavor de dirigir, sempre tive. Porém, sou do tipo que mesmo com muito medo de algumas coisas eu coloco as caras. Cedo ou tarde. 
Enfim, depois de anos com carta e não dirigindo, resolvi há mais ou menos 02(dois) anos, comprar um carro. 


Foi uma forma de me forçar a superar o meu medo e dirigir. Afinal, paguei o carro e o carro está na garagem, não tem muito sentido não dirigir, não é? 
Fazia anos que tinha tirado carta, então eu tive que renovar a carta e fazer aulas novamente. (Tudo bem. Faz parte.) 
Não tenho vergonha de dizer que sou meio braço para dirigir, pois acho muito pior e perigoso quem é e não admite ser e sai por aí se achando o piloto. 
Na verdade, ainda não consegui concluir se eu sou braço mesmo ou se é meu pânico, aliado com a minha pouca prática que faz com que eu assim me avalie. Pelo menos é a minha auto-avaliação e eu costumo ser extremamente exigente e perfeccionista, como diz minha terapeuta. Por isso, minha avaliação é essa, até o momento.


Medooooo......
Continuando, esses dois anos eu venho dirigindo, mas pouco. E pasmem, eu consigo dirigir só até a casa da minha mãe. 
Para ir até lá, eu tenho que pegar duas avenidas super complicadas, a avenida da consolação e a radial leste, ou seja, como diz meu professor de volante: Quem dirige nessas duas avenidas, dirige em qualquer lugar. 
Verdade. Eu também acho, mas vai entender a mente humana. Trocou o nome das avenidas eu tenho pânico. 
De qualquer forma, sexta eu precisei ir até o Juventus na Mooca e tomei uma decisão: Vou de carro, faça chuva ou faça sol. E fui. 
O que aconteceu? Eu bati o carro. Batida de leve e muito estúpida. 

Foi na Paes de barros. Puta trânsito, chovendo. Uma confusão. Enfim, um carro na frente resolveu estacionar e eu passei do lado, achei que dava para passar e peguei a frente dele. É isso mesmo, bati num carro parado e a menos de 20km/h. (risos) 


A minha batida não foi assim...hein?
Não aconteceu nada com o meu carro e com o outro carro só o farol dele quebro. 
Bom, a questão toda é que no fundo eu sabia que não dava para passar e arrisquei. Faltou calma. 
O cara que eu bati o carro trabalha no DETRAN. (risos). Fala sériooooo...Qual a probabilidade disso acontecer... Super tranqüilo o cara. E segundo ele o conserto fica em R$ 150,00. 
Depois que bati o carro, meu autocontrole foi pro saco. Eu estava do lado do Juventus já e levei séculos para chegar lá. 
E é isso que eu gostaria de compartilhar. A calma e o autocontrole são fundamentais.


Hoje, depois de 02(dois) dias do evento, percebo que só causei mais tumulto e sofrimento para mim do que a situação merecia. 
Percebo também que todos os problemas que vieram depois da batida foram todos gerados pela minha falta de calma. A situação já estava no passado, mas eu continuei arrastando ela, na minha mente. 
A nossa mente nos levanta e nos derruba. 
Precisamos aprender a controlar melhor a mente e usar ela a nosso favor sempre. 
Agora que bati o carro, muito do medo foi embora. Isso só será mais incentivo para que eu não desista. Desistir jamais. 
Nóis tropeça, mais num cai. (licença poética para escrever errado)  


Agora um vídeo de batidas idiotas... 
Beijos e até o próximo...

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

O tempo é ilusão ou realidade?

Olá, 
Alguns dos meus post estão programados para publicação automática. Esse é um deles.
Amanhã eu conto onde eu estou agora. Nossa, que frase mais MATRIX. 
Amanhã (futuro) eu conto onde estou agora (presente). Isso é que é viajar em várias dimensões do tempo. 
Aliás, o agora que estou escrevendo já vai ser passado quando vocês estiverem lendo. 
Pior ainda, quando eu terminar de escrever esse post já estará no meu passado, mas talvez no presente ou no futuro de vocês.
O tempo é uma viagem, não acham? Ou será que viajar no tempo é que é viajante? 
Como estamos falando de tempo, segue uma cena do filme A MÁQUINA, com o brilhante PAULO AUTRAN (meu ídolo). 
Depois conto o dia que encontrei com ele pessoalmente (no passado claro), mas em outro post (no futuro).

Aliás, não acho esse filme para comprar, caso alguém saiba onde tem para vender me avise.

Vale muito ver...FANTÁSTICO...
Estou me desintegrando no meu presente para me materializar no futuro de vocês.




Beijos e até amanhã...

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Etiqueta corporativa – Respeito ao tempo alheio

Olá,

Hoje fui a uma reunião na parte da tarde. Na maior parte das vezes eu gosto de ir, pois é uma reunião, na qual há debates interessantes e muito se aprende. 
Porém, a reunião de hoje deixou muito a desejar e eu explico. 
Bom, a reunião foi por vídeo conferência. Em São Paulo, presentes uma média de 10(dez) profissionais, no Rio de Janeiro, mais ou menos isso também, sem contar 03(três) outros profissionais em outro local que não consegui identificar. Enfim, três quadrinhos na tela. 
A reunião deixou a desejar pela falta de preparo, organização, foco e objetividade. 



E então saí de lá pensando: Nossa, que falta de respeito com o tempo alheio. 


Ninguém discorda de mim que, mais do que nunca, o tempo é um bem precioso que nós temos e devemos fazer bom uso dele. 

A vida está cada vez mais corrida, temos que dar conta de muito mais coisas, em menos tempo, afinal é preciso espaço, inclusive e principalmente, para vida pessoal. 


Por tudo isso, penso que é falta de etiqueta corporativa ocupar o tempo das pessoas, mais do que o necessário. Otimizar o tempo é fundamental. 
Reuniões só são válidas se forem objetivas e produtivas. A maioria é desnecessária ou improdutiva. 


Assim, para buscar objetividade e produtividade em uma reunião seguem alguns pontos:
o   Quantidade de pessoas. Às vezes um número grande de pessoas mais atrapalha do que ajuda. Convoque apenas as pessoas indispensáveis para o assunto;
o   Estabeleça objetivos claros;
o   Tenha sempre alguém para conduzir e ser “o cabeça” da reunião; e
o   Faça gestão do tempo da reunião, evitando divagações e repetições em determinados pontos da reunião.

O tempo de todo mundo é importante.
É isso aí pessoal.

Beijos e até o próximo...

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Banda - MOBY

Olá,
Bem, hoje gostaria de trazer a banda MOBY no meu blog.
Para quem não conhece o som é muito bom.
Uma curiosidade, o nome MOBY deriva mesmo da obra Moby Dick de Herman Melville, que foi seu parente.
Os vídeos falarão por si só. Vejam.





Richard Melville Hall, mais conhecido como Moby (11 de setembro de 1965 no Harlem, New York) é um cantor e artista de música eletrônica estadunidense. É conhecido por singles como "Go", "Porcelain", "South Side" (com Gwen Stefani), "We Are All Made of Stars" e "Lift Me Up". Já lançou outros trabalhos sob nome Voodoo Child, Barracuda, UHF, The Brotherhood, DJ Cake, Lopez e Brainstorm/Mindstorm. – Fonte Wikipédia





Beijos e até o próximo...